O dia que enfrentei um aba reta

By Raposa

Mais um daqueles posts totalmente sobre a minha vida, que alguns adoram e outros odeiam. Eu não me lembro de ter escrito nenhum depois do “O dia em que meu óculos quebrou”, portanto aqui vai mais um. Lembrando que esse fim de semana tem link e youtube time e semana que vem se Ctchulhu quiser, teremos um podcast #2 saindo.

No post 10 coisas que te fazem parecer descolado, eu cito o W300i, o celular que todo malaco aba-reta desgraçado tem. É um celular podre, com tudo horroroso, mas com uma caixa de som e preço acessível pra baixa sociedade (na época do lançamento R$350, agora deve estar a oito, nove reais e uma bala 7belo), fazendo assim com que os malacos usem todo o trocado que sobra da cocaína pra comprar esse celular.

ATENÇÃO: ESSE POST CONTÉM PRECONCEITO, FRANCESES, BONÉS, CHINGAMENTOS E ÓDIO, NÃO VENHAM RECLAMAR DESSA BOC#$! NOS COMENTÁRIOS

Pra começar, vamos explicar a existência e criação dos bonés, que nós de classe alta rica e esnobe chamamos denegrimente de aba reta. Em qualquer filme que represente os anos 1900, 1890, pode-se reparar que lá temos coisas extremamente estilosas (Na cabeça de senhores de idade, claro) que chamamos de Boinas. Não sei porque, mas sempre eu lembro de um francês, talvez pelo episódio do Omelet Du Fromagge do Dexter.

Omellet Dü Fromagge!

Pois bem, pós as boinas, vieram os bonés de altos postos do exército e de maquinistas. Pois é, e após isso (Não sei o ano, WIKIPÉDIA, VOCÊ FALHOU EM SUA MISSÃÃÃÃOOOO!!) nós temos os conhecidos como bonés. Os bonés, nos tempos em que eu os usava (a um bom tempo), já vinham devidamente dobrados para se acoplar ao formato da sua cabeça, e com uma aba beem fraca que se quebrava com um mero peido de cachorro.

Creio que por já virem dobrados, a sua aba já estava meio deficiente, por isso resolveram lançar bonés com as abas retas, prontas para serem dobradas por seus novos usuários e/ou meliantes. Ou também pode ser porque é muito mais fácil estocar vários bonés com a aba reta, colocando um dentro do outro e ocupando muito menos espaço do que os outros com a aba dobrada, mas é tudo suposição. Com a sua nova forma de lançamento junto com a grande burrice do povo do guetto, cria-se o uso dos bonés com a sua aba reta. Sendo dentre os maiores e mais conhecidos meliantes de tal problema na sociedade, o alterego de Horácio Gomez Bolaños, Godinez.

Durante anos Godinez os usou assim, desde que me conheço como gente pelo menos e os aba retas nem um pouco originais podem ter copiado a idéia do jovem (ou não) Godinez, que na verdade o grande burro da porra toda foi ele, mas foda-se, eu ria muito do nome dele e era muito engraçado chamar qualquer gordo que eu via pela frente de Gordinez. Pois bem, vocês agora compreendem de onde vem o boné aba reta e dá pra se ter uma idéia ao ler o título do post, onde que eu quero chegar com isso tudo, correto?

Pois bem, eu sei que vocês querem porque querem ler agora o resto do post, mas a história em si sai na segunda. Beijos cerebrais.

2 Respostas para “O dia que enfrentei um aba reta”

  1. FAZENDA, bruninho da Disse:

    PAU NO SEU CU ! Horácio Gomez Bolaños, Godinez. AWEU AÍ !

    era muito engraçado chamar qualquer gordo que eu via pela frente de Gordinez. _)_

  2. matheus Disse:

    que aba reta loko pagei pau

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